5.5.05

in principio erat...

O princípio do universo e a origem da vida na terra têm apaixonado, pelo menos desde os alvores do pensamento racional – o tal shitf epistemológico que terá ocorrido na mente do Tal(es) sábio algures entre os séculos VII e VI aC, e a que se convencionou chamar início da filosofia, ou do pensamento filosófico –, todos os que pretendem tentar descobrir (ainda que com empenho e honestidade), o que está para além das capacidades cognitivas do estado atual da mente do homem moderno. Não entraremos aqui em questões que ultrapassam o nosso estado mental de captação do que é a realidade (ou do que julgamos ser a realidade) desses fenómenos, e muito menos em disputas ideológicas sobre as variadíssimas conceções acerca da existência ou não existência de Deus. Isso fica para o insight, a sagácia, de cada um.

Iremos, antes, fazer uma breve resenha da história do território em que nascemos e das sucessivas transformações que uma pequena comunidade tem vindo a sofrer, ao longo de mais de dois mil anos, até aos dias de hoje para, a partir daí (daqui) tentarmos, baseados nessa rica e plurifacetada história, perscrutar o aqui ainda falta caminhar para cumprirmos o nosso «fado» enquanto Nação. Este o objetivo principal deste espaço, compartilhar a minha «visão» sobre o passado, o presente e o devir deste povo pacato que mora no tal jardim... lançar desafios e apresentar outras abordagens que não a da leitura histórica secreta e da reflexão filosófica de fim-de-semana.

O lema da tarefa segue os passos do criador mátrio: •LVX•PAX•LEX•gREX• e reflete os temperamentos de cada um dos portugueses como uma das 4 castas naturais que vão formar a Nação (eleita entre os povos de boa vontade na terra) para governar o império vindouro.

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